
Escrevo essa carta para falar do meu amor, para falar pro meu amor, para falar de amor.
O meu amor que sempre teve, que sempre terás, que nunca mais terá, pois assim quisera, assim fizera, assim nunca o quisera.
O amor puro e verdadeiro, eterno, certo e ao mesmo tempo incerto.
Amor que deixava dúvidas, amor que dava-me certeza. Certeza de amar, incerteza do amor.
Amor que eras, meu amor tu eras. Meu amor tu eras e sempre serás. Mas não meu amor pois assim não quiseras.
Meu amor. Tú, oh, meu amor.
Apenas meu amor, mas não meu amor, apenas, meu amigo, também. Eterno amigo, eterno meu amor.
Entendes meu amor? Entendes, meu amor?
Se entendes o meu amor sabes bem quem é meu amor, e sabes também o que és, meu amor. Sabes então que és, também, meu amigo.
O que mais devo escrever? Ah, sim. O que é o amor.
O amor é a alegria de um novo dia, é alegria de um velho dia. É a alegria em um dia, de um dia, de todos os dias. É a alegria de viver cada dia.
É o prazer de ver sua alegria, de fazer sua alegria, de talvez um dia ser sua alegria. De participar da sua alegria.
De acompanhar cada dia teu.
O amor é o cantar, o dançar, o rir, até mesmo o chorar. Chorar enquanto canta, enquanto dança. Chorar de alegria, chorar de tanto rir, chorar por chorar.
Chorar por não ter teu olhos nos meus, chorar por não ter o seu abraço. Chorar em silêncio enquanto te abraço. Ou não chorar. Nem em silencio nem em voz.
Amor é o brilho nos olhos, o brilho no sorriso, o brilho na voz.
O encanto do sentimento.
A invasão do pensamento.
A lembrança de nós.
Sim, amor é tudo isso e tudo isso é amor. Não só isso mas muito mais.
O amor é tudo que pode haver em você, ou em mim, ou em nós, ou entre nós, ou por nós.
Amor do meu amor, amor do meu amigo, amor de vós, amor por vós. Amor, o meu amor, o seu amor, o nosso amor.
Apenas meu amor, mas não meu amor, apenas.
O meu amor que sempre teve, que sempre terás, que nunca mais terá, pois assim quisera, assim fizera, assim nunca o quisera.
O amor puro e verdadeiro, eterno, certo e ao mesmo tempo incerto.
Amor que deixava dúvidas, amor que dava-me certeza. Certeza de amar, incerteza do amor.
Amor que eras, meu amor tu eras. Meu amor tu eras e sempre serás. Mas não meu amor pois assim não quiseras.
Meu amor. Tú, oh, meu amor.
Apenas meu amor, mas não meu amor, apenas, meu amigo, também. Eterno amigo, eterno meu amor.
Entendes meu amor? Entendes, meu amor?
Se entendes o meu amor sabes bem quem é meu amor, e sabes também o que és, meu amor. Sabes então que és, também, meu amigo.
O que mais devo escrever? Ah, sim. O que é o amor.
O amor é a alegria de um novo dia, é alegria de um velho dia. É a alegria em um dia, de um dia, de todos os dias. É a alegria de viver cada dia.
É o prazer de ver sua alegria, de fazer sua alegria, de talvez um dia ser sua alegria. De participar da sua alegria.
De acompanhar cada dia teu.
O amor é o cantar, o dançar, o rir, até mesmo o chorar. Chorar enquanto canta, enquanto dança. Chorar de alegria, chorar de tanto rir, chorar por chorar.
Chorar por não ter teu olhos nos meus, chorar por não ter o seu abraço. Chorar em silêncio enquanto te abraço. Ou não chorar. Nem em silencio nem em voz.
Amor é o brilho nos olhos, o brilho no sorriso, o brilho na voz.
O encanto do sentimento.
A invasão do pensamento.
A lembrança de nós.
Sim, amor é tudo isso e tudo isso é amor. Não só isso mas muito mais.
O amor é tudo que pode haver em você, ou em mim, ou em nós, ou entre nós, ou por nós.
Amor do meu amor, amor do meu amigo, amor de vós, amor por vós. Amor, o meu amor, o seu amor, o nosso amor.
Apenas meu amor, mas não meu amor, apenas.
<3
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